Por que cobrimos o corpo?


Você também já se perguntou quais teriam sido as razões pelas quais o ser humano, em um determinado momento passou a cobrir seu corpo?

Quem arrisca um palpite? …. Pudor? Adorno? Proteção? Se você pensou em algumas dessas opções está certíssimo!

Sob a ótica da teologia, não resta dúvida de que a primeira razão que levou o homem a cobrir seu corpo foi o pudor. Desse ponto de vista, o homem e sua mulher, ao cometerem o pecado original pela desobediência à ordem de Deus, ao provarem do fruto proibido, perceberam a nudez e assim sentiram a necessidade de se cobrir, "coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si”. A folha vegetal foi o primeiro material a ser utilizado pelo homem, depois, a pele animal.

Os antropólogos acreditam que as primeiras indumentárias tinham como propósito adornar o corpo. Desde os primórdios da história, o ser humano usou elementos como dentes, presas, garras, conchas, ossos e pedras, sobre o corpo como distintivos para indicar status social entre os demais da tribo.

Mas, também cobrimos o nosso corpo por proteção, a roupa sempre atuou no âmbito da preservação humana, para nos proteger de diversos fatores, como chuva, vento, neve, geada, sol escaldante, isto é, contra o frio e o calor. Além disso, era preciso cobrir o corpo contra outras agressões, como picadas de insetos, mordidas de animais ferozes, entre outras possibilidades.

Ao longo dos tempos, essas três razões permaneceram como identidade do processo histórico da indumentária e/ou da moda. Portanto, os aspectos de pudor, adorno e proteção fazem parte da linguagem não verbal do ato de cobrir o corpo, provando que o vestuário é parte intrínseca de cada modo de vida e reflete as influências entre as diversas culturas através dos diversos modos de ornamentação.

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